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Amor ou sexo, o que fazer?

Fazer amor ou sexo? Sexo sem amor vale? Amor sem sexo é apenas amizade? E aquela paixão avassaladora quando acaba, o que fazer? Essas e outras dúvidas você tira aqui no Sexsência. O duelo entre o amor e o sexo é o mais árduo do último século e do nosso atual, pois até o século 19, o amor não existia e os matrimônios eram apenas convenções familiares onde os dotes e as uniões políticas ditavam as regras. Aquilo que você vê em filmes... Vixi... É apenas ficção. E é justamente por crescermos assistindo essa ficção que quando chega a nossa vez de amar tudo sai por água abaixo. É claro que eu acredito no amor, mas não dessa forma ilusória e romântica como estamos acostumados. E quando esse amor é confundido com a paixão?! Química, imediata e passageira? Cometemos verdadeiras loucuras que muitas vezes nos levam à obsessão, depressão dentre outros sentimentos mais. Bem... a paixão sim sempre existiu. Pois de fato, causa reações fisiológicas no corpo humano baseada numa atração física por outra pessoa, como por exemplo o aumento da pressão arterial, da frequência respiratória e dos batimentos cardíacos, a dilatação das pupilas, os tremores e o rubor, além de falta de apetite, concentração, memória e sono. Ufa... Quanta coisa! Tudo isso provocado por alterações em regiões específicas do cérebro já identificadas pela ciência com a ressonância magnética. “É verdade esse ‘bilete’.” O problema não para por aí... Todo esse reboliço dura poucos meses e não necessariamente se transforma em amor como muitos confabulam. Mas, esse tema merece um vídeo só para ele... Na próxima temporada, eu prometo. Voltemos ao amor... De fato eu acredito num sentimento genuíno de querência, de amizade, de querer passar o resto da vida juntinho do amado, fazendo sexo... Mas, precisamos ter o pé no chão para não cairmos na ilusão que significa nos decepcionarmos com o outro porque ele não se encaixava nas nossas expectativas. Sentiu a armadilha? Expectativa criada pela nossa cabecinha nas nuvens! Este é o perigo do amor romantizado nos filmes que levamos para as nossas vidas reais. E aí, quando nos juntamos ou casamos, e convivemos, quando as vírgulas não saem como queremos achamos logo que fomos enganados. Cuidado com isso, pois não é o amor que segura uma relação e sim uma relação equilibrada, de amizade, de cessões de ambos os lados e com muita criatividade na hora do sexo – porque uma hora a paixão acaba – é que segura um grande amor. E o sexo? Onde entra nisso tudo? Bem, na minha opinião de especialista em sexualidade amor e sexo são um grande problema para nossa autoestima quando estamos cara a cara com aquele gato sarado e pensamos duas vezes antes de nos entregarmos aos nossos reais desejos... e depois, pela entrega ou não, rola aquele arrependimento e um monte de outros estereótipos sociais que ficam o tempo todo nos dizendo como viver nossas vidas. Aff.

E mais... Ainda vem aquelas questõeszinhas chatas: sou liberta ou libertina? Se eu transar sem amor, o que ele vai pensar de mim? Sexo sem amor faz de mim uma mulher que não serve para casamento? É pecado eu transar apenas por prazer ignorando totalmente o amor? E o prazer, onde fica? Vou ser bem sincera... Todas essas dúvidas estão mais relacionadas a sua cultura e religião do que as necessidades fisiológicas de seu corpo. E a escolha sobre as decisões são totais suas.

Vou dar como exemplo de vida... Eu! E que fique claro que a vida que eu levava não significa que seja o melhor caminho para você, ok?! É apenas um exemplo... Até meu primeiro namorado eu vivia a expectativa de um amor romântico como nos filmes. Quebrei a cara, pois o doidão era violento e acabou com a minha autoestima. Ele dizia que amor era daquele jeito e que se eu não ficasse com ele, morreria solteira. Pois bem... Optei por morrer solteira. Terminei, virei a página e escrevi meu primeiro livro. É claro que eu não caí no joguinho dele e não me entreguei à depressão ou a desilusão de que aquilo era amor. Eu fui viver a vida... Tinha apenas 20 anos. Fui trabalhar, viajar, estudar. Realmente passei bons anos sem querer namorar ninguém, mas não por traumas... Eu sempre li muito sobre sexualidade e a literatura foi a minha maior psicóloga. Namorei novamente no momento em que desejei. Assim como tomei todas as minhas decisões baseadas no que desejei. Aliás, o importante é desejar! Eu nunca me prendi a princípios culturais, senão, teria me casado virgem aos 33 anos e isso não é saudável para ninguém. Transei quando desejei transar. Amei quando me senti à vontade para amar. Me apaixonei inúmeras vezes e os únicos momentos em que deixei a razão falar mais alto foi nunca aceitar namorar baseada na paixão, pois eu sabia que tinha prazo de validade e algumas submissões aos quais vemos acontecendo muito por aí. Fiz muito sexo sem amor e foi ótimo... Fiz muito amor com sexo e foi maravilhoso tanto quanto. Hoje estou casada e não sinto falta de nada do que fiz e do que não fiz. E, com meu marido... Eu faço sexo sem amor muitas vezes e faço muito amor sem sexo muitas vezes também. Porque uma coisa nada tem a ver com a outra e ambas são experiências incríveis. Ah... E o mais importante de tudo nas relações de amor e sexo: preservativo para evitar doenças sexualmente transmissíveis e gravidez indesejada, e respeito! O combinado nunca me saiu caro e nunca tive problemas com difamação e outros blá blá blás... A falação vinha mesmo das minhas amigas machistas... Mas, isso também é tema para outro vídeo. Eu fico por aqui, espero que eu tenha aberto um pouquinho mais sua mente e coração a respeito do amor e sexo e na dúvida ou na diversão... leia o meu livro Músicas de Amor e Outras Sacanagens... Ele fala sobre essa deliciosa dualidade. Amo! Adoro! Vou deixar aquele vídeo gostoso que você só encontra no Sexsência! https://www.youtube.com/watch?v=O9RMbQGg7Ak&t=9s Ilustração de Ramiro Lanz Como especialista em sexualidade eu atendo dúvidas sobre: identidade de gênero, orientação sexual, autoestima e disfunções e inadequações sexuais, de segunda a sábado on line e você pode me procurar no sexsencia@yahoo.com. Ah! Me acompanhe também nas redes sociais, no Instagram estou como @sexsencia e @mariannakisskiss e no youtube.com/sexsencia. #amoesexo #especialistaemsexualidade #clitoris #comoestimularoclitorisdela #orgasmoclitoriano #orgasovaginal #tiposdevulva #orgasmo Eu fico por aqui, gratidão por me ler, cópula a tergo e muita intumescência para o seu dia. Marianna Kiss

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