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Deixou marcas

Por Vanne Costa


E aí meus transantes?!

Feliz outubro pra vocês e feliz aniversário pra mim!

Isso mesmo, outubro é o meu mês, então resolvi dar um presente a vocês, meus caros leitores, um dos meus primeiros contos eróticos. Espero que vocês adorem e se divirtam bastante com essa leitura caliente!

E claro, preciso lembrar que estamos no outubro Rosa, mês da conscientização do câncer de mama. Logo, não precisam ter medo, se toquem, se cuidem, se amem. Você merece todo o amor do mundo.

Agora, sem mais... Aproveitem o conto, “meu bem”!


Marcamos as quatro da tarde de uma quente quinta-feira. Vinte e nove anos de muita gana, muita sede de novidades e muito orgulho de ser quem é. Vou chamá-lo de Albert.

Entrei no carro e lá estava ele com toda a sua timidez e, sem camisa. Conversamos bastante até chegarmos ao motel.


Chegamos, subimos, tirei a blusa e exibi meu lindo sutiã amarelo. Nos beijamos muito... Que boca maravilhosa. Enquanto nos beijávamos, ele acariciava a minha buceta com muita vontade, me deixando louca. Deitei ele na cama, peguei a minha bolsa, tirei o lenço e amarrei suas mãos. Com uma caneta comestível, desenhei um coração no seu peitoral e disse “vou fazer um coração pra gente fingir que se ama”.


Rimos juntos! Minha cara de puta safada foi inegável. Saí de casa determinada, “hoje eu quero chupar um pau até cansar”. Fiz o boquete mais incrível que pude. Acho que ele curtiu. Eu também curti. Preciso dizer que ele também tem uma língua maravilhosa.


Foi uma experiência nova, um momento novo que com certeza vai ficar na caixinha de boas transas. Um homem muito divertido e determinado, cheio de vontades que com certeza não sabe lidar com o "mesmo". Uma essência aventureira, era isso que ele me passava naquele momento, ele era do tipo que nasceu para realizar coisas grandes e vai atrás disso, admirável! Não é do tipo que se prende a nada, é do tipo que fica porque quer e faz se quiser também.


Um homem de bons costumes é capaz de trair, mas não aceita seu próprio ato de traição. Ele é daqueles raros, muito mais coração do que razão. Mas seu corpo, ah o corpo... Esse sim o trai o tempo inteiro, como todo bom homem, ele não resiste aos prazeres da carne. O que com certeza vale muito mais do que qualquer obra de arte francesa.


O que eu aprendi? Bem aprendi que o amor próprio aqui está transbordando. Não fiz sexo só com ele, fiz comigo mesma. Me admirava em cada espelho daquele quarto, adorava me olhar enquanto o chupava, admirava a mim mesma quando deitava na cama pelo espelho do teto. Um chupão no pescoço ficou de lembrança... Risos...



Meu orgasmo foi interno, foi da alma, foi dos meus devaneios. Foi lindo! Foi incrível! Foi sensacional!


Com carinho e safadeza,

Vanne Costa


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