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“Vi uma cena de chute no saco e fiquei excitado!”

Por Gutto Lars


Para muitos, é assim que o ballbusting se manifesta.

Mais do que um simples adepto do ballbusting, sou um curioso. De tempos em tempos lá estou a fazer pesquisas sobre as origens dessa fantasia e como se deu o processo de descoberta deste interesse por parte de alguns adeptos e frequentadores de fóruns sobre o assunto em diversas línguas na internet. É isso que pretendo compartilhar com os leitores da coluna “Prazeres Distintos” deste mês.


A grande maioria dos apreciadores de ballbusting, pelas pesquisas que fiz, não levaram necessariamente um chute no saco no “primeiro contato” com essa situação, mas viram alguma cena marcante em filme, novela ou série. Boa parte dos relatos mostra que, ver uma cena em que uma linda mulher se livrou ou controlou uma situação ao dar um chute nas bolas de um cara, foi um fator chocante (no bom sentido). Para mim também foi assim. Vi uma brincadeira de luta entre uma mulher e um homem em que ela insinuou chutar os testículos dele para vencer... Ali, além da excitação “inexplicável” que senti na hora, percebi que a mulher poderia “controlar” qualquer situação com uma simples pancada nos ovos do cara... Justamente ali, na parte genital. Foram várias e várias sessões de masturbação revendo aquela cena na mente: a mulher chutando o saco do cara.

Durante a pesquisa vi que várias cenas de chute no saco marcantes do cinema (sei que você, fã de ballbusting, certamente tem a sua) determinaram o interesse por essa fantasia durante o resto da vida dos adeptos desta prática. A maioria, assim como eu, quase nunca esquece uma cena de chute no saco vista, praticamente não apaga elas da memória... Sempre há aquela amiga especial que acaba sendo a primeira a entrar na brincadeira e enfiar o pé, o joelho ou as mãos nas suas bolas. Alguns, obviamente, deixaram de praticar o ballbusting após o primeiro golpe para “valer” e ficaram apenas na fantasia. No meu caso, só levo de leve a médio, nada de pancadona forte. Afinal, um golpe ali dói!

Aliás, esse é outro fator que mexe com a imaginação dos fãs de ballbusting: a dor que ela jamais sentirá e, portanto, jamais saberá como é exatamente... Esse mistério é um charme e um fator de excitação a mais, pois amplia o jogo de poder que essa prática oferece. Geralmente, a garota que topa entrar na brincadeira faz porque quer se divertir (sexualmente falando, claro). Ela sabe que, ao fazer isso, vai excitar o cara, se excitar e sabe como é, entre quatro paredes, em comum acordo, tudo vale a pena. Para os fãs de ballbusting, ver a empolgação, permeada por aquelas risadinhas “nervosas” que denotam a ansiedade e o medo de bater no saco do cara, dão um toque todo especial ao momento.


É por essa dinâmica, de ver a mulher se divertindo no momento em que chuta as bolas do cara, que prefiro os vídeos orientais de ballbusting. Especialmente as produções japonesas com a fantasia que é chamada de “tamakeri”. Para mim, a leveza, a sensualidade e a “timidez” das orientais ao baterem no saco da rapaziada é um fator a mais de excitação e se enquadra na forma como eu gosto de praticar o ballbusting. Como sempre é muito bem pontuado aqui na Revista Sexsência, a prática da fantasia, seja ela qual for, deve ser feita para prazer, gozo, diversão e, apesar do ballbusting gerar um certo nível de dor, o foco é o tesão e o orgasmo.


Então, mais uma vez essa coluna reforça a ideia de que os praticantes se libertem dos eventuais “estigmas” por gostar de ballbusting e dividam com suas parceiras esses “Prazeres Distintos”.­


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